h� tantas!!! k variam consoante o estado de espirito, mas provavelmente estas poderão ser das das melhores: a vida nem sempre � akilo k keremos, mas sim akilo k conseguimos negociar!! ou como alguem m disse, nunca t contentes com pouco, kando podes ter tudo!!!! vive cada dia, como se fosse o último... vive e desfruta!!
mais uma vez conseguiu-se provar, k desde k se keira as barreiras e ausencias sao facilmente ultrapassaveis... kem diria k há uns anos atras estaria nesta fase da minha vida, rodeada por akeles k mais amo!!! mtas pessoas tocam a nossa vida por um motivo ou outro...e com elas temos de aprender a viver...algumas pessoas permanecem outras..nem tanto...mas com todas elas aprendemos sempre algo de novo, nem k seja akilo k nao keremos ser ou passar novamente!
pelo caminho muitos erros foram cometidos, mtas cabeçadas foram dadas, mtos sorrisos foram trocados e mtos copos bebidos...e tudo para xegar ao dia de hoje com a certeza k vivi, aprendi e creci...
todas estas voltas levam-me a dizer k a nossa vida é feita por pekenos episodios...cabendo-nos a nós faze-los memoraveis e com eles aprender!
e o mais engraçado é k no inicio de tudo, ninguem pagaria para ver o resultado... assim a todos akeles k duvidaram, a todos akeles k apoiaram...agradeco pois só me deram mais força para seguir em frente...
assim só me resta esperar por novos episodios..novas sagas e aventuras, novos filmes de curta e longa metragem...e sempre com a certeza k continuarei a aprender e crescer....
Não temos tido muito contacto mas sei que continuas doida como sempre!!! hehehe Espero que se mantenha a nossa amizade e união (quanto mais não seja familiar..) Beijo grande pima!
Existia, e ainda existe Um certo beco na Lapa Onde assistia, não assiste Um poeta no fundo triste No alto de um apartamento Como no alto de uma escarpa.
Em dias de minha vida Em que me levava o vento Como uma nave ferida No cimo da escarpa erguida Eu via uma luz discreta Acender serenamente.
Era a ilha da amizade Era o espírito do poeta A buscar pela cidade Minha louca mocidade. Como uma nave ferida Perambulando patética.
E eu ia e ascensionava A grande espiral erguida Onde o poeta me aguardava E onde tudo me guardava Contra a angústia do vazio Que embaixo me consumia.
Um simples apartamento Num pobre beco sombrio Na Lapa, junto ao convento... Porém, no meu pensamento Era o farol da poesia Brilhando serenamente.
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