carlos galvao  (640 views)

 

What is carlos doing now?

MAIS UMA BATALHA GANHA! JÁ SÓ FALTA A VITÓRIA FINAL...
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Barreiro, Portugal

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Spanish, English, Portuguese
 

About Me

sobre mim? O k dizer? Assumo-me acima de tudo como um revolucionário. Sou Comunista (Marxista/Leninista), sou Sindicalista, por convicção. Não sou Ortodoxo, reformista menos ainda, não sou radical, tão pouco sou moderado. Sou ponderado quanto baste, gosto de fazer e de me meter "em Guerras" de forma penssada, sou um "curioso e um estudioso" das ideologias, sem no entanto ser um "intelectual", gosto de me assumir como um operário (de acordo com a interpretação de Karl Marx, com as devidas adaptações aos dias de hoje), aliás a minha vida profissional começou aos 15 anos como operário metalurgico. Não sou materialista, normalmente dou mais de mim aos outros do que aquilo que recebo de volta. Gosto dos meus amigos (nem sempre lhes dou toda a atenção que devia), adoro minha familia, gosto de ler, escrever, de passear, de fazer desporto (mesmo que há já vários anos que não o faça de forma regular), basicamente sou uma pessoa simples. E não digo mais, quem queira e me conheça se quizer que o faça. http://lutas2006.blog.com

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Politica, ciencias sociais, filosofia, sociologia, e uma data de koisas acabadas em ia, mas tb koisas mais divertidas, musica, cinema, literatura, sair amigos beber uns copos desbundar etc

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Desde novo (Puto ainda 14/15 anos) por incidências da vida, cedo tive que começar a fazer opções e a tomar decisões. Agora ao olhar para trás reconheço, que algumas vezes erradas, mas das quais não me arrependo, assumi-as na altura própria, outras precipitadas assim como muitas mais acertadas. 

Talvez a decisão mais marcante de todas, tenha sido a de começar a trabalhar aos 15 anos, (Precipitada? È questionável, mas na altura, foi necessária).
Repercussão imediata foi ter colocado de parte o desporto, ter deixado os estudos para um segundo plano (estudos que ainda não reatei, mas que não estão fora dos meus planos). 

Perdi com essa decisão, obviamente que sim, o adiar a possibilidade de terminar os estudos, de conseguir uma carreira académica, amigos e colegas que não volte ia encontrar, uma vivência da qual abdiquei, por necessidade (è certo, mas conscientemente).
 

Por oposição, também ganhei, o facto de cedo ter entrado no mundo laboral, de ter feito de tudo um pouco, construção cível ajudante de pedreiro e de electricista (Obras), puto de recados (estafeta), operador de pantógrafo (metalúrgico), ajudante de offset e serigrafia (gráfico) repositor de super mercado (Serviços), até chegar a Carteiro, actual profissão.
Cedo tomei conhecimento com a divergência e os interesses antagónicos das classes, com a exploração patronal, com a necessidade de organização dos trabalhadores na procura da dignidade, dos direitos, da justiça social, em defesa da sua classe, a classe trabalhadora.

Foi nessa época, com sensivelmente 16/17 anos que senti a necessidade de me organizar, de procurar o movimento sindical. Por princípio e por convicção pessoal, procurei a CGTP, pois a UGT, pelo que conhecia dos locais onde já trabalhara, e por aquilo que tinha lido e consultado, foi por mim logo excluída á partida.
 

Primeiro como sócio e delegado sindical do Sindicato dos Metalúrgicos, depois um interregno entre actividades, até sócio e Delegado Sindical do Sindicato Nacional dos Trabalhadores dos Correios e Telecomunicações no meu local de trabalho foi um pequeno passo. Nesse mesmo ano fui eleito também para a subcomissão de trabalhadores e este foi o início de mais de uma década e meia de ligação às Organizações representativas dos Trabalhadores.
 

Desde então, prossegui o normal percurso no Movimento Sindical Unitário, Delegado Sindical, Dirigente Regional, Dirigente Nacional e membro da Comissão executiva do Sindicato Nacional dos Trabalhadores dos Correios e Telecomunicações, Direcção Regional da Interjovem Lisboa/União Sindicatos Lisboa, Dirigente da Direcção Nacional da Interjovem/CGTP , Membro da mesa do Plenário da Comissão Nacional da Juventude – CNJ, Dirigente da União de Sindicatos de Lisboa – USL/CGTP-IN.
 

Paralelamente tive também participação no Movimento da Comissões de Trabalhadores, Sub-ct edifício Praça Comercio dos CTT, Sub.ct CDP 1200 Lisboa CTT, Membro da Comissão de Trabalhadores dos CTT.
 

 
Foi ainda no Inicio deste percurso que fui convidado a entrar para o Partido Comunista Português, um convite que já aguardava há algum tempo e que de imediato aceitei.
Esta abordagem que o PCP me fez, não foi de alguma forma uma surpresa, já conhecia a história do PCP, os princípios pelos quais se norteia, já há muito que tinha lido sobre o PCP, sobre Álvaro Cunhal, sobre o Movimento Comunista Internacional, a Revolução de Outubro, sobre Lenine e o Partido Bolchevique, já tinha lido Marx, e com tudo isto me identificava, como tal aceitei entrar para o PCP. 

E este sou eu, o indivíduo, o sindicalista e o comunista, alguém que desde muito novo, se indignou com esta sociedade, capitalista, desumana, que trata as pessoas e os trabalhadores como “gente descartável”, como números como um joguete e uns fantoches ao seu dispor, que apenas terão algum valor enquanto tiverem capacidade para venderem a sua força de trabalho por um salário, cada vez mais miserável, enquanto estes enriquecem e aumentam as suas fortunas.
 Este é o 1º texto, de muitos que se seguiram, defendendo estes valores, as minhas opiniões e denunciando a forma como esta sociedade, está a ser gerida 

ATÉ AO PROXIMO TEXTO, A LUTA CONTINUA!
  

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Nov 10 12:19 PM
 
Olá Carlos,

Agradeço o teu contacto,vamos concerteza ser amigos.

Saudações
Cecília
 
Jun 23 11:11 AM
Che says:
 
Parabens camarada!
 
May 9 12:54 AM
Zinda says:
 
È PRECISO VENCER



Governam contra nós e, quando calha
Desviam para si o que era nosso
Já vimos que o País caiu num fosso
Casa onde pão não há e tudo ralha.

E quem vive pior é quem trabalha.
Quem mal logra ganhar para o almoço
Mas eu quero mudar,eu quero e posso!
NA mão tenho o meu voto...Nunca falha!

E tenho este Partido singular.
A hora é de sofrer, mas de lutar...
Por isso,Camarada,Amigo,escuta:

Só se conquista o Pão e a Liberdade
Se Houver muito querer,muita vontade
É preciso vencer.Vamos à luta!


Palma Rodrigues
( 8 de Maio de 2009
 
Apr 24 11:59 AM
Zinda says:
 
VIVA O 25 DE ABRIL SEMPRE!
 
Apr 22 1:35 PM
Ana says:
 
A Revolução de Abril é património do povo e é património do futuro. Se podemos afirmar que a Revolução de Abril é um momento maior da nossa história, devemos também afirmar com toda a confiança que o melhor do caminho histórico de Abril ainda está para vir e que, mais tarde ou mais cedo, a luta dos trabalhadores e do povo, a luta dos democratas, a luta de todos os que sabem que a história está longe de ter chegado ao fim concretizará finalmente o que ficou entretanto inacabado. Nunca como hoje foi tão importante e decisivo, como dizia o poeta, fazer florir ABRIL de NOVO! VIVA o 25 de ABRIL!
 
Apr 20 2:11 PM
Luis says:
 
Acredito que virá o dia em que o verdadeiro valor esteja em quem produza, ao contrário da sociedade de hoje... em que o valor reside em quem melhor consegue vender, nem que venda banha da cobra.
 
Mar 23 3:53 PM
Luis says:
 
RECORDANDO
"Um povo imbecilizado e resignado, humilde e macambúzio, fatalista e sonâmbulo, burro de carga, besta de nora, aguentando pauladas, sacos de vergonhas, feixes de misérias, sem uma rebelião, um mostrar de dentes, a energia dum coice, pois que nem já com as orelhas é capaz de sacudir as moscas; um povo em catalepsia ambulante, não se lembrando nem donde vem, nem onde está, nem para onde vai; um povo, enfim, que eu adoro, porque sofre e é bom, e guarda ainda na noite da sua inconsciência como que um lampejo misterioso da alma nacional, reflexo de astro em silêncio escuro de lagoa morta (...)

Uma burguesia, cívica e politicamente corrupta ate à medula, não descriminando já o bem do mal, sem palavras, sem vergonha, sem carácter, havendo homens que, honrados (?) na vida intima, descambam na vida publica em pantomineiros e sevandijas, capazes de toda a veniaga e toda a infâmia, da mentira a falsificação, da violência ao roubo, donde provém que na politica portuguesa sucedam, entre a indiferença geral, escândalos monstruosos, absolutamente inverosímeis no Limoeiro (...)

Um poder legislativo, esfregão de cozinha do executivo; este criado de quarto do moderador; e este, finalmente, tornado absoluto pela abdicação unânime do pais, e exercido ao acaso da herança, pelo primeiro que sai dum ventre - como da roda duma lotaria. A justiça ao arbítrio da Politica, torcendo-lhe a vara ao ponto de fazer dela saca-rolhas;

Dois partidos (...), sem ideias, sem planos, sem convicções, incapazes (...) vivendo ambos do mesmo utilitarismo céptico e pervertido, análogos nas palavras, idênticos nos actos, iguais um ao outro como duas metades do mesmo zero, e não se amalgamando e fundindo, apesar disso, pela razão que alguém deu no parlamento, de não caberem todos duma vez na mesma sala de jantar (...)"

Guerra Junqueiro, in "Pátria", (1896)
 
Mar 20 3:50 PM
Luis says:
 
Teste Racismo Palavras para quê?
 
 
 
 
 
 
 
Jan 24 11:41 AM
 
olá carlos, já á muito que não te digo nada, hoje estando eu a dar um passeio por aqui decidi deixar-te um abraço e desejar-te um fim de semana cheio de coisas boas. já agora informo-te que já consegui a minha transferência. beijos.
 
Jan 15 12:39 PM
 
Tens razão no teu ensaio " A mistificação da crise" só que existe um pequeno problema: o governo está deficiente, aleijado. Já não serve o propósito da sua existência: cuidar das pessoas. As pessoas que o constituem são capitalistas neoliberais. É a pior desgraça que podia acontecer: Os capitalistas controlam agora as vidas do pobre povo Português. Um abraço.
 
Jan 15 12:32 PM
 
Está tudo tão calmo... O que é que os gajos andam a tramar...se calhar ainda não vieram das Caraíbas.
 
 
 

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